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#26 – Arte, filosofia e política: do Modernismo à Tropicália e além… | Entrevista com Guilherme Granato

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Quais as relações entre arte, filosofia e política podem ser traçadas para se compreender melhor as experiências estéticas ocorridas no Brasil durante o século XX? É o que o músico e filósofo Guilherme Granato pesquisa em seu trabalho, e também persegue em sua criação artística. Numa abordagem do que foi o movimento Tropicália, o qual envolveu não apenas a música (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Maria Bethânia), mas também outras esferas da criação artística (Hélio Oiticica e o concretismo dos irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos), o entrevistado remonta ao Modernismo e à Semana de 22, sobretudo à obra de Oswald de Andrade, para compreender melhor as implicações artísticas e políticas desse movimento. Além disso, ele também busca pensar as tendências da expressão estética contemporânea.

Guilherme Granato é Bacharel em Música com habilitação em Guitarra pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU (2003) ; Licenciatura em Educação Musical pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (2009). Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP (2016). Doutorando em filosofia pela Universidade NOva Lisboa FCSH. Professor de Guitarra, Violão, Arranjo, Composição, História da Música e Estética, trabalha em escolas de música e colégios de São Paulo e em seu próprio estúdio. Atua como músico em shows e gravações, acompanhando artistas de diversos estilos. Áreas de interesse: Música; Educação Musical; Estética e Filosofia da Arte.


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Arte, filosofia e política: do Modernismo à Tropicália e além… Entrevista com Guilherme Granato. Quais as relações entre arte, filosofia e política podem ser traçadas para se compreender melhor as experiências estéticas ocorridas no Brasil durante o século XX? É o que o músico e filósofo Guilherme Granato pesquisa em seu trabalho, e também persegue em sua criação artística. Numa abordagem do que foi o movimento Tropicália, o qual envolveu não apenas a música (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Maria Bethânia), mas também outras esferas da criação artística (Hélio Oiticica e o concretismo dos irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos), o entrevistado remonta ao Modernismo e à Semana de 22, sobretudo à obra de Oswald de Andrade, para compreender melhor as implicações artísticas e políticas desse movimento. Além disso, ele também busca pensar as tendências da expressão estética contemporânea. Guilherme Granato é Bacharel em Música com habilitação em Guitarra pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU (2003) ; Licenciatura em Educação Musical pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (2009). Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP (2016). Doutorando em filosofia pela Universidade NOva Lisboa FCSH. Professor de Guitarra, Violão, Arranjo, Composição, História da Música e Estética, trabalha em escolas de música e colégios de São Paulo e em seu próprio estúdio. Atua como músico em shows e gravações, acompanhando artistas de diversos estilos. Áreas de interesse: Música; Educação Musical; Estética e Filosofia da Arte. _______________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com. #artepolitica #artes #musica #mpb #filosofia #filosofiaemusica #tropicalia #entrevista #emcasa #conversacoesfilosoficas #estetica #antropofagia #modernismo #politica #movimento #subversão

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