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#43 – Qual o papel da filosofia na conjuntura atual? Entrevista com Adriano Correia

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Nesta entrevista, conversamos sobre quatro assuntos principais: a questão das redes sociais no contexto da pandemia e sua possível utilização como ferramenta para aumentar a visibilidade da produção filosófica nacional, criticando-se a substituição da filosofia acadêmica pelo teletrabalho; o problema dos ataques sofridos à área e aos cortes de bolsas recentes, segundo portarias da CAPES e do CNPq; como ferramentas conceituais da filosofia política, especificamente a obra “As origens do totalitarismo” de Hannah Arendt, podem ser mobilizadas para contribuir no diagnóstico do presente, observando-se as diferenças conjunturais e contextuais dos diferentes acontecimentos históricos; como a Anpof tem contribuído e pode contribuir ainda para o aumento da visibilidade da produção nacional em filosofia.

Adriano Correia é professor de ética e filosofia política da Universidade Federal de Goiás desde 2006. Concluiu o doutorado em filosofia (2002) na Universidade Estadual de Campinas. Realizou pesquisas de Pós-doutorado na Freie Universität Berlin (em 2011, com bolsa CAPES/DAAD) e The New School (Nova York, 2017, com bolsa CAPES). Foi professor e pesquisador visitante, na Universidade Pontifícia Bolivariana (Medellin, 2017), na Universidade de Barcelona (2017, com bolsa CNPq), na Universidad Nacional del Nordeste (Resistencia, Argentina, em 2015/Grupo Montevideo). Desenvolve pesquisas nas áreas de filosofia política, ética e filosofia do direito, discutindo principalmente as obras dos seguintes autores: Hannah Arendt, Michel Foucault, Immanuel Kant, Giorgio Agamben e Friedrich Nietzsche. Atualmente atua como professor permanente nas pós-graduações em Filosofia da UFG e da UFES e em Artes da Cena da UFG. É membro da Associação Iberoamericana de Filosofia Política, vice-presidente da Rede Iberoamericana de Filosofia no período 2018-2022 e diretor (vocal) da Sociedade Interamericana de Filosofia, de 2019-2024. Foi presidente da Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia no biênio 2017-2018 e continua na mesma função no biênio 2019-2020. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq desde 2010.


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