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#86 – Saberes ancestrais femininos e filosofia africana | Entrevista com Adilbênia Freire Machado

Conteúdo completo:

Nesta entrevista, Adilbênia Machado conta um pouco sobre sua pesquisa nas áreas da filosofia e da educação, e especialmente sobre seu livro “Filosofia africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades”. Falamos sobre perspectivas femininas e da insuficiência do termo “feminismo” para dar conta de todas as questões implicadas nessa questão. Também abordamos a importância da Lei 10.639/03, que institui o ensino de história e filosofia africana em todos os níveis de ensino no Brasil, e dos desafios para que ela seja efetivamente implementada. Ao fundo, é possível ouvir os galos cantarem. Abildênia gravou esta entrevista de Pau Preto (Município de Parambu) na Região do Inhamuns, Sertão do Ceará.

Abildênia Machado é doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), 2019. Mestra em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), 2014. Bacharela (2006) e Licenciada (2007) em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Membra dos grupos de pesquisa GRIÔ: culturas populares, diásporas africana e educação (UFBA) e do NACE (Núcleo das Africanidades Cearenses), UFC. Participou como pesquisadora sócia fundadora da REDE AFRICANIDADES (UFBA). Integrou de 2009 a 2012 o grupo de pesquisa REDPECT, nas linhas de pesquisa ACHEI (Africanidade, Corpo, História, Educação e (In)Formação), CPC (Cartografia do Pensamento Contemporâneo) e Cinema, Áudio-Visual e Educação da UFBA. Pesquisa Filosofia Africana e Afro-brasileira; Filosofias da Ancestralidade e do Encantamento; Filosofia Africana mediada pelos Saberes Ancestrais Femininos; Formação, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira; Educação para as Relações Étnico-Raciais; Currículos e Metodologias Afrorreferenciadas; Filosofia Africana presente nos Adinkras. Atuou como assistente na equipe de consultoria contratada pela Secretária do Estado da Bahia para a construção do texto-base das Diretrizes da Educação Quilombola do Estado da Bahia; atuou como pesquisadora para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) na pesquisa “Relações Raciais na fala do professor”; atuou como Tutora a Distância no Curso de Produção de Material Didático para a Diversidade, parceria da Universidade Aberta do Brasil com a UFBA e no Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Pública (UFC). Filiada a Associação Brasileira de Pesquisadores Negr@s (ABPN). Assento na Cadeira 39 da Academia Afrocearense de Letras (AAFROCEL). Integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas (https://www.filosofas.org/). Autora do livro “Filosofia Africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades” (2019).


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